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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Um pouco sobre a minha dor

Dói sabia? Cada músculo que há em meu corpo, não apenas isso cada pedacinho esquecido de espírito, quando ele me trata assim.
Eu preciso realmente acreditar no meu conto de fadas para não sofrer, preciso acreditar que ele é meu príncipe perfeito, de armadura brilhante e num cavalo branco.
Mas justo ele que eu pensei que fosse me por dentro de um daqueles livros que toda mãe Lê para crianças sonhadoras antes de dormir, justo ele que aparentou ser aquele que resgata a pobre donzela – leia-se eu – do vilão da história, me arranca de dentro do meu conto de fadas antes mesmo que eu possa vive-lo.
Dói sonhar alto e cair de cara no chão, sabe?
Apesar de no inicio ter dito a ele que eu estava com muito medo, ele me disse que tudo bem, que eu não precisava temer, que ele me seguraria se eu apagasse, perdi o medo e o que aconteceu?
Eu perdi minhas asas e caí de cara... Eu vi meu príncipe dar um passinho pro lado e me deixar cair... Pra me machucar toda...
Nunca aqueles cachinhos de anjo e aquele sorriso divino me foram tão distantes e estranhos para mim quanto eles são agora...
As vezes acho que ele só achou em mim alguém para depositar um amor que nunca havia sido meu, sabe? E me pergunto se quando o frio passar e as sombras continuarem se ele poderá mesmo me amar.
As vezes me pergunto se ele continua comigo por medo de dizer que precisa de um tempo...
Afinal todos precisam de um tempo – leiam-se quase todos, já que eu não gostaria de ter um tempo dele -, não é?
Ei, você precisa de um tempo pra você?
Você precisa de um tempo sozinho?

domingo, 6 de novembro de 2011

Aprenda a sobreviver ao amor

Um sorriso falso e pronto.
Assim é bem fácil viver.
Sem mostrar o que você esta sentindo.
Sem mostrar que você ta sentindo falta de por a mão naqueles cachinhos, de alisar aquele rosto lindo, de olhar naqueles olhos castanhos tão profundos quanto às fossas de Mariana – Leia-se de tristeza onde você se encontra agora –, de beijar aquela boca em forma de coração tão macia, de saborear aquela língua que te faz esquecer o mundo, de se apoiar naqueles ombros forte, de subir naquelas costas, de abraçar aquele peitoral, de deitar em cima daquela barriga, de ter aquelas pernas sobre as suas e de ouvir aquele gemido abafado pela mordidinha na sua orelha ou um “eu te amo” baixinho... Ou seja lá o que te machuque.
Esquece que é um mero ser humano e que precisas de um amor, porque amar de novo vai te machucar e muito...
Não demonstre nem um minuto dor, porque a dor vai causar pena em alguns, raiva em outros – sim a pessoas que acham que a dor dos outros é quase nada comparada com a que a pessoa está sentindo – e você não quer isso, ou quer? Pois se você quer, eu tenho uma novidade para você, isso não faz da sua dor irreal, mas faz de você um exibicionista.
Não olhe fotos e nem chore porque você se viu sem aquilo tudo e se sentiu desamparado frente uma situação que você não tem como enfrentar, pois uma vez lhe disseram que nunca as enfrentaria sozinho.
Mas só posso lhe dar um conselho para viver:
IGNORE TUDO QUE FOI ESCRITO POR MIM AQUI.